102: Por uma CPI do MBL

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Livro Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo Patreon: http://patreon.com/sensoincomum Apoia.se: https://apoia.se/sensoincomum Filie-se ao Brasil Parelelo: https://go.brasilparalelo.com.br/campaign/91492b9d-c0fe-420a-9524-02bd4816bec1 Guten Morgen, Brasilien! Após longas férias, o seu podcast preferido está de volta, chutando bundas e pronto para te tornar uma pessoa mais inteligente e te fazer perder mais amigos! E desta vez, aprofundará a perda de amigos que caíram no isentismo (o centrão gourmet) e que, em tempos recentes, se mostraram uma ameaça à liberdade no Brasil ainda pior do que os arroubos do PT. E vamos propor de cara a única coisa que enxergamos que pode melhorar o país: uma CPI do MBL. Membros do MBL, o Movimento Brasil Livre, foram alvos de busca e apreensão recentemente, mostrando que o Ministério Público estava de olho e bastante desconfiando de um movimento que, supostamente, não tem fins lucrativos, mas recebe doações intermitentes de Alessander Mônaco por superchat de maneira estranha, e tem movimentações financeiras não-declaradas, na melhor das hipóteses, suspeitas. Alessander Mônaco recebia quase R$ 90 mil mensais de sua empresa, mas fez concurso para uma vaga que rendia apenas R$ 6 mil, e doava praticamente o salário inteiro para o MBL. Ainda por cima: trabalhava destruindo arquivos de Estado... Mas mais do que qualquer erro com a infernal burocracia brasileira, parece haver um modus operandi no MBL, que se assemelha perigosamente com o método de lavagem de dinheiro de muitos criminosos financeiros. O MBL, afinal, se recusa a abrir suas contas e foge dessa questão como o diabo da cruz. Por que o MBL tem tanto medo de revelar suas movimentações e doações? Também vimos o MBL fazer evento com João Doria. Com ministro de Michel Temer. Com jornalistas e amigos de jornalistas que subiram a carreira com a gestão de João Doria. E com o próprio Michel Temer! Isso sem falar na figura emblemática do MBL: Carlos Afonso, o "Luciano Ayan". Foi nosso herói Afonso que produziu relatórios que, como ele se jacta, foram usados na CPMI das Fake News para perseguir adversários, ensejando buscas e apreensões e até prisões de pessoas que cometeram o crime de serem amigas umas das outras e não gostarem do Afonso. Preso na mesma operação que prendeu Alessander Mônaco, "Luciano Ayan", além de movimentar quase um milhão sem declarar, é o criador da teoria da conspiração de que existiria um "gabinete do ódio", ou "milícias virtuais" ou uma "seita política" ou coisas do tipo, que foram tratadas como a maior verdade factual do planeta, sendo acreditada e espalhada por jornalistas como José Fucs e Felipe Moura Brasil. É por isso que existe inquérito no STF (compre o livro Inquérito do fim do mundo - O apagar das luzes do Direito Brasileiro: https://livraria.sensoincomum.org/inquerito-do-fim-do-mundo). É por isso que existe CPMI das Fake News, para perseguir opiniões políticas. É por isso que criam mecanismos de controle em redes sociais. E, conforme revelamos com exclusividade (https://sensoincomum.org/2020/08/14/mp-pede-investigacao-de-luciano-ayan-por-possivel-posse-de-pornografia-infantil/). Afonso "Luciano Ayan" fez relatórios para a CPMI das Fake News que foram usados pelo ex-ator pornográfico Alexandre Frota, que recomendou filmes pornográficos e espalhou fake news sobre Olavo ed Carvalho na própria CPMI. Quer mais motivo para outra CPI ou CPMI para investigar o MBL e, sobretudo, os seus tentáculos e influência? A produção é de Felipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier.

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