Esportes - Sete brasileiros dão a largada no rali Dakar 2021 na Arábia Saudita

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A 43ª edição do maior rali do mundo – o Dakar – deu a largada neste domingo (3) em Jidá, na Arábia Saudita. Pelo segundo ano consecutivo, a prova acontece no reino ultraconservador, coberto por um imenso deserto. O Dakar 2021 terá 12 etapas, como aconteceu no ano passado. Sete brasileiros participam da competição. Até a chegada, no dia 15 de janeiro, pilotos e navegadores irão percorrer 7.646 quilômetros, dos quais 4.767 cronometrados, chamados especiais. A primeira etapa entre Jidá e Bisha, na região oeste do país, inclui 277 km de especiais nos 622 km de extensão. Não há brasileiros nas motos neste ano, mas Guilherme Spinelli e Youssef Haddad participam com a picape Mitsubishi Triton Sport Racing. Além deles, Marcelo Gastaldi e o veterano navegador Lourival Roldan, em sua 11ª participação no Dakar, competem com um buggy 4×2 Century CR6. A dupla Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, que disputou no ano passado na categoria UTV, se dividiu na edição de 2021: Varela corre ao lado do navegador Maykel Justo, enquanto Gugelmin faz a navegação para o piloto norte-americano Austin Jones. A RFI conversou com Reinaldo Varela, um dos veteranos da prova. O piloto brasileiro compete pela segunda vez na Arábia Saudita, com a experiência acumulada em três continentes. Varela, que levou a taça de vencedor para casa em 2018, na categoria UTVs, está confiante em uma nova vitória. "Fama eu já ganhei em 2018. No ano passado, eu tive uns problemas porque quebrou uma barra de direção. A equipe South Racing, com nosso Maverick Can-Am X3, está altamente preparada, muito bem equipada, então temos todas as chances de subir ao pódio", disse Varela. "Estamos bem entrosados, piloto e navegador, fisicamente e mentalmente. Estamos com uma equipe que fez tudo o que podia ser feito do melhor jeito possível, entregando um carro para a gente. Agora vem a nossa parte de retribuir, se possível com uma vitória", espera o brasileiro. Desvalorização do real e pandemia desanimaram alguns concorrentes Varela diz que a pandemia do coronavírus e a crise econômica no Brasil afastaram concorrentes do Dakar na edição de 2021. Mas ele acredita que será uma situação temporária. Segundo o piloto, muitos colegas gostariam de estar na Arábia Saudita, mas as incertezas relacionadas com a pandemia do coronavírus e também a desvalorização do real diante do euro e do dólar causaram desânimo em alguns pilotos brasileiros. Todos os participantes fizeram quarentena ao chegar na Arábia Saudita. O espanhol Nani Roma (BRX), duas vezes vencedor do Dakar (nas categorias moto, em 2004, e carro, em 2014), teve que mudar de copiloto antes de embarcar depois de Dani Oliveras dar positivo para a Covid-19. Entre as novidades do Dakar 2021 estão a adoção de coletes equipados com airbag para os pilotos de motocicletas. David Castera, o diretor da prova, respirou aliviado na largada neste domingo, depois de tantos meses de incertezas provocadas pela pandemia. O francês, que levou o Dakar para a Arábia Saudita, guarda ótimas lembranças das dez edições da prova realizadas na América do Sul. "A passagem do Dakar pela América do Sul representou, em primeiro lugar, uma grande oportunidade: motivou jovens e futuros competidores. Hoje, existe uma cultura muito maior sobre o rali em toda a América do Sul, também muito mais profissionais do que havia antes e que aprenderam muito nesse processo. Ganhamos, principalmente, pilotos mais rápidos. Foi uma experiência muito boa e espero que eles sigam conosco por muito tempo." A segunda etapa do Dakar, nesta segunda-feira, terá 457 km de especiais no trajeto de 684 km previsto entre as localidades de Bisha e Wadi Al Dawasir.

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